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Pai de Henry conta atitude impactante de Monique após resultado de necropsia ser revelado

Leniel Borel não acredita na inocência da ex-esposa no caso de morte do filho Henry.

UOL - Montagem
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Prestes a completar dois meses, o caso de morte do menino Henry Borel está com investigações em reta final antes de ser entregue ao Ministério Público do Rio de Janeiro. A prisão temporária de Monique Medeiros e Jairinho vence no próximo final de semana. Neste paralelo, a Polícia Civil reúne todas as provas do inquérito, e espera concluir o inquérito nos próximos dias.

Em reportagem exclusiva exibida neste domingo (02), o programa Fantástico, da TV Globo trouxe novas revelações sobre o caso, com uma nova carta escrita por Monique e um novo posicionamento do pai de Henry, que inclusive também recebeu uma carta da ex-esposa. 

Sem trazer muitos detalhes da carta recebida, Leniel disse não acreditar na versão contada por Monique Medeiros de que ela foi manipulada no caso. O pai de Henry ainda trouxe detalhes do comportamento da ex-companheira na madrugada do dia 8 de março, data da morte do menino de 4 anos. 

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Ao receber o laudo da necropsia do corpo do filho, que apontava a causa da morte como laceração hepática e hemorragia interna, Leniel contou que mostrou o resultado para Monique, mas a reação dela foi indiferente. 

“E aí eu mostrei pra ela e falei: olha só, Monique. Tá vendo aqui. Isso aqui não é natural. O policial tava próximo e eu falei: isso é natural? Não. Isso é uma agressão. Ela não falou nada, Carlos. Nada ela falou naquele momento. Ficou quieta. Depois foi pra fora do IML ali e ficou chorando com o irmão, mas não falou nada”, contou Leniel ao Fantástico.

Versão inventada

Em uma nova carta escrita, Monique Medeiros conta que um dos pré-requisitos solicitados pelo advogado André França Barreto foi de que o casal combinasse uma versão em comum. A professora citou o termo “versão inventada”.

Ainda segundo Monique, o profissional cobrou R$ 2 milhões para defendê-los. Barreto entregou o caso após a professora optar por uma defesa separada do parlamentar.

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