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Mãe e madrasta de Ketelen sofrem dura punição da Justiça por crime brutal que impactou o país

Menina de 6 anos foi vítima de inúmeras agressões provocadas pela mãe e a madrasta na cidade de Porto Real (RJ).

Reprodução - Globo
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O crime de agressão e tortura praticado que resultou em morte da pequena Ketelen Vitória Oliveira da Rocha, de 6 anos, chocou o país. Depois de ser vítima de violência da madrasta e da própria mãe, a menina acabou não resistindo aos graves ferimentos e veio a óbito no último sábado (24), após passar cinco dias em coma gravíssimo.

Privada de alimentação, Ketelen foi alvo de agressões bárbaras após ter aberto caixas de leite, em busca de algo para comer. A principal agressora foi a madrasta Brena Luane Barbosa Nunes, de 25 anos, mas a mãe Gilmara Oliveira de Farias, além de ser conivente, também chegou a participar da violência contra a filha de 6 anos.

Determinação

Presas de forma preventiva desde a última quarta-feira (21), após confessarem a autoria da ação criminosa bárbara, a madrasta e a mãe sofreram punição ontem. Em determinação assinada pela juíza Priscila Dicke Oddo, o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro acatou a denúncia feita contra as duas agressoras, que foram enquadradas por homicídio triplamente qualificado e tortura. 

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Além delas, a mãe de Brena, Rosangela Nunes, que até então respondia por omissão de socorro em liberdade, também foi presa na última quarta-feira (28), após determinação da Justiça.

“A denúncia contém a exposição do fato criminoso, com todas as suas circunstâncias, em especial, o lugar do crime, o tempo do fato, a conduta e a norma que teria infringido o acusado, bem como sua qualificação, além da classificação do crime e rol de testemunhas”, disse a juíza em seu despacho que autuou as duas agressões e determinou a prisão da “avó” de Ketelen.

O trio será julgado pela Vara Única da cidade de Porto Real, a data da audiência ainda não foi devidamente marcada. 

Rosangela chegou a dar algumas entrevistas detalhando o cenário de agressão que a menina foi vítima. Ela afirmou não ter feito intervenção pois era intimidada pela filha, e recentemente havia sido agredida por ela.

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