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Caso Henry: na infância, Jairinho era chamado de ‘esquisito’ e agredia colega da escola; ‘Bandas e cascudos’

O ex-colega de classe, que não teve a identidade revelada, afirma que era perseguido pelo vereador na infância.

Jornal Extra | Divulgação | Montagem Ingrid Machado
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Após a morte do menino Henry Borel, de apenas 4 anos, o perfil de Jairo Souza, padrasto da criança, vem sendo traçado pela polícia. Jairo está preso preventivamente por suspeita de homicídio duplamente qualificado. Desde o início das investigações, testemunhas afirmaram em depoimento que Jairinho é uma pessoa de comportamento duvidoso e agressivo.

Ex-namoradas do vereador relatam episódios de agressões contra elas e contra os filhos no período em que se relacionavam. De acordo com o Jornal Extra, um ex-colega de classe de Jairinho, que não quis se identificar, afirma que era agredido por ele na infância.

O homem alega que estudou com o vereador no colégio particular Ferreira Alves, em Bangu, e que sofria uma série de agressões no ano de 1986. O ex-colega de turma contou, ainda, que a perseguição teria durado cerca de 3 anos, e que Jairinho era apontado como “esquisito” pelas demais crianças da escola.

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Ele cismou comigo do dia para a noite. Eram bandas e muitos cascudos durante o tempo que passei na escola. Eu tinha muito medo. Ele me batia com raiva. Em seguida, via no rosto dele uma expressão de prazer”, contou o homem, que disse não entender o motivo das agressões mesmo após tantos anos.

O ex-colega disse, ainda, que Jairinho sempre perseguia meninos menores e costumava ficar sozinho no pátio do colégio olhando para o nada. Anos após, o vereador se consagrou na política do Rio de Janeiro e era conhecido como “príncipe” na Câmara dos Vereadores. Porém, nos últimos dias, Jairinho trocou as roupas de grife pelos trajes de presidiário enquanto aguarda o fim do inquérito sobre a morte do enteado.

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