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Após prisão de Jairinho e Monique, polícia faz nova ação e cumpre mandado na casa da babá de Henry

Polícia Civil do Rio de Janeiro avançou significativamente para elucidar o caso de morte do menino Henry.

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O caso de investigação de morte do menino Henry Borel, de 4 anos, teve novos desdobramentos importantes nesta quinta-feira (08). Além de cumprir dois mandados de prisão, detendo a mãe do garoto, Monique Medeiros, e o padrasto, o vereador Dr. Jairinho, a Polícia Civil cumpriu também nesta manhã, um mandado de busca e apreensão na casa da babá do menino.

Mergulhados nas investigações nas últimas semanas, agentes da Polícia Civil reuniram provas de que Thayná de Oliveira Ferreira mentiu em seu depoimento prestado no último dia 24, na 16ª DP, sobre a morte do garoto, e sabia das agressões praticadas contra Henry. 

Quando foi questionada no depoimento sobre a relação do casal com Henry, a mulher teria dito que  “esteve na presença dos três, no máximo, quatro vezes, sem que passasse de duas horas em cada ocasião, mas não percebeu nada de anormal”.

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Apesar disso, os agentes chegaram a conclusão que ela sabia das agressões cometidas por Jairinho ao menos uma vez, no mês de fevereiro. Os investigadores chegaram à conclusão que o vereador praticava sessão de tortura contra o menino de 4 anos. 

A babá ainda foi questionada sobre marcas que a criança poderia ter das agressões, mas afirmou que apesar de dar banho do menino nunca viu nenhuma evidência de agressão. Os investigadores também concluíram que esta informação não é verdadeira. 

Ameaças

A prisão de Monique Medeiros e Dr. Jairinho foi executada por conta do casal atrapalhar nas investigações do caso que chocou o país, e ainda ameaçar testemunhas para que apresentassem depoimentos semelhantes na 16ª DP sobre a morte do menino Henry, situação que Thayná possivelmente deve ter sido vítima. 

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