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Brasil deve adaptar fábricas de vacinas para animais para produção de imunizantes contra a Covid-19

A pauta surgiu após o ministro Marcelo Queiroga conversar com Tedros Adhanom, presidente da OMS.

Foto: Fábio Rodrigues Pozzebom/Agência Brasil
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Neste sábado (3), o ministro da Saúde, o médico cardiologista Marcelo Queiroga teve a sua primeira conversa com o presidente da Organização Mundial da Saúde (OMS), Tedros Adhanom.

De acordo com o ministro da Saúde, o Brasil irá buscar adaptar as fábricas de vacinas de animais para se tornarem fábricas de vacinas contra a Covid-19. Marcelo Queiroga revelou que uma das pautas da conversa com o presidente da OMS foi de como conseguir mais vacinas nos próximos três meses.

Marcelo Queiroga afirmou que além do Instituto Butantã e da Fundação Oswaldo Cruz, o complexo de Manguinhos também poderá ser utilizado para a fabricação de imunizantes. Marcelo Queiroga aceitou as recomendações feitas por Tedros e concordou que o Brasil se tornou o novo epicentro da Covid-19, mas descartou um fechamento duro do comércio.

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Apesar do alinhamento com o presidente Jair Bolsonaro (sem partido), o ministro da Saúde afirmou que é necessário que todos os brasileiros utilizem máscara de proteção e que nesse momento conturbado evitem ao máximo a realização de aglomerações. Apesar do seu posicionamento, Marcelo Queiroga declarou que não haverá nenhum tipo de lockdown absoluto, pois, também é necessário manter a economia aquecida.

Para o ministro da Saúde, a principal pauta a ser seguida é o aumento da vacinação dos brasileiros. Vale lembrar que o Brasil entrou no Covax Facility, uma aliança global com cerca de 150 países, que buscam garantir mais doses de vacinas. A aliança fornecerá ao Brasil, 42 milhões de doses e para isso o país teve que desembolsar 150 milhões de dólares.

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