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Caso Henry: ameaçado, Dr. Jairinho toma atitude após novas revelações das investigações virem à tona

Vereador não participou da reprodução simulada ocorrida na última quinta-feira (1º), no apartamento em que morava com Monique e Henry.

ARQUIVO PESSOAL LENIEL / REPRODUÇÃO RECORD TV
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A morte do menino Henry Borel de Almeida, de 4 anos, completa na próxima quinta-feira (8), um mês. Desde o óbito misterioso vir à tona, a Polícia Civil tem mergulhado nas investigações para apurar a real causa do menino ter morrido. Depois de algumas semanas de apuração, com depoimentos e algumas provas importantes, as autoridades classificam o Dr. Jairinho, padrasto do garoto, como um investigado no caso.

Diante das fortes declarações dadas por ex-namoradas, apontando o parlamentar como autor de agressões contra crianças no passado, o vereador do Solidariedade decidiu excluir todas as publicações existentes no Instagram.

A ação foi observada na última sexta-feira (02). O perfil verificado do parlamentar traz as informações “Jairinho: médico, carioca, vereador-RJ”, e conta com quase 13 mil seguidores. Nos últimos dias, Jairinho vinha recebendo ataques e ameaças de diversos usuários da rede social, acusando-o da morte do menino de 4 anos. O caso continua sob investigação das autoridades na 16ª DP.

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Reconstituição

Na última quinta-feira (1º), a Polícia Civil juntamente com peritos realizou uma reprodução simulada da morte do menino no apartamento onde ele morava com a mãe e o padrasto. A ação, no entanto, não contou com a participação de Jairinho e Monique.

A defesa do casal tentou adiar a reconstituição para uma outra data, alegando que a mãe do menino estava passando por uma crise depressiva e não teria de condições de participar da reprodução no dia, o pedido, contudo, foi negado, e a ação foi realizada normalmente sem a presença dos dois, durando cerca de 4 horas. 

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