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Caso Henry: mãe do menino procurou a polícia após ser vítima de atitude suspeita

Henry Borel morreu na madrugada do dia 8 de março, e caso ainda segue sob investigação.

REPRODUÇÃO RECORD TV / ARQUIVO PESSOAL MONIQUE MEDEIROS
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As investigações acerca da morte do menino Henry Borel, de 4 anos, avançaram nas últimas semanas na busca pela elucidação do caso que impactou o país e vem tendo uma ampla repercussão. 

Desde o início das investigações, o delegado Henrique Damasceno, titular da 16ª DP (Barra da Tijuca), já colheu 17 depoimentos de testemunhas importantes para a apuração da ocorrência. 

Além das oitivas, a Justiça determinou a quebra de sigilo de todos investigados, interditou o apartamento onde o menino morava com a mãe e o padrasto, e ainda autorizou a Polícia Civil cumprir quatro mandados de busca e apreensão em quatro endereços distintos no Rio de Janeiro, recolhendo aparelhos celulares e laptops. 

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Mãe faz denúncia

Após a ação da última sexta-feira (26), em que os investigados tiveram seus aparelhos celulares e laptops recolhidos, a mãe de Henry, a professora Monique Medeiros notou que o telefone tinha sido invadido por um hacker. A informação foi confirmada pelo advogado de defesa, André França Barreto.

Segundo ele, a cliente tentou registrar um boletim de ocorrência na delegacia de crimes de informática, mas não obteve êxito. Na sequência, ela fez um registro online na própria delegacia da Barra da Tijuca. 

Conversas apagadas

De acordo com uma reportagem do telejornal RJ2, da TV Globo, os investigadores identificaram que algumas conversas foram apagadas em um dos aparelhos recolhidos na casa do vereador Dr. Jairinho (Solidariedade). 

Somente na casa de Monique Medeiros, cerca de quatro aparelhos foram apreendidos, e ao menos um deles também tiveram diálogos suprimidos. Questionado sobre o assunto, o advogado de defesa do casal disse não ter conhecimento do assunto.

“Se apagaram ou não, não tenho essa informação. (…) Desconheço essa informação. E também não estranharia se apagasse porque é comum apagarem dos celulares, eu apago dos meus”, pontuou Barreto.

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