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Auxílio Emergencial: equipe de Guedes muda postura e prorrogação pode ter valor mais alto nas parcelas

Benefício teve calendário de pagamentos residuais concluído na última semana de janeiro.

Agência Brasil - Montagem: Cido Vieira
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O Auxílio Emergencial está bem próximo de ter a sua prorrogação oficializada pelo governo federal. Nesta semana, o Congresso Nacional deve colocar em votação a proposta que promove ajustes nas contas públicas, o que diretamente possibilitaria viabilizar fundos para uma nova rodada de pagamentos do benefício.

De acordo com informações do jornal Folha de S. Paulo, a ala econômica, chefiada pelo ministro Paulo Guedes mudou a postura acerca de valores, e está tentando viabilizar a manutenção das cotas no valor de R$ 300, – cifras que foram pagas nas quatro últimas parcelas do programa, no ano passado. Inicialmente, o Ministério da Economia defendia o valor de R$ 200, mas as discussões de concentram para um modelo de três a quatro parcelas com valor girando entre R$ 250 e R$ 300.

A previsão é que nesta segunda-feira (22), seja apresentado o relatório da PEC (Proposta de Emenda à Constituição) do Pacto Federativo. O texto em questão traz gatilhos que acionam cortes de gastos públicos. 

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O governo e líderes de partidos estimam que a PEC seja votada no Senado já na próxima quinta-feira (25). 

A ideia do governo e de líderes partidários é que a PEC seja votada no plenário do Senado já na quinta-feira (25).

No entanto, a medida de viabilizar cortes de gastos, como, por exemplo, congelar os salários dos servidores públicos por até 3 anos, não vem agradando alguns parlamentares. Diante disso, a equipe de Guedes afirma que a ideia é construir uma proposta com uma cesta mínima necessária de ações para equilibrar o horizonte fiscal.

Peneira 

Uma das certezas para esta nova fase do Auxílio Emergencial é a redução no número de beneficiários. Se no ano passado o benefício atendeu 68 milhões de brasileiros, em 2021 este índice será significativamente diminuído. O governo federal trabalha com a estimativa de contemplar, no máximo, 40 milhões de brasileiros. O Ministério da Cidadania, de acordo com seus bancos de dados, será responsável por efetuar a filtragem. 

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