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Médica picada por jararaca durante banho em cachoeira relembra ataque: ‘Desesperador, doía, era insuportável’

Dieynne Saugo ficou internada em uma UTI (Unidade de Terapia Intensiva) por 8 dias após picadas.

Rede Globo/Montagem Ingrid Machado
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A médica que foi picada por uma jararaca no interior de Mato Grosso no último dia 30 de agosto concedeu entrevista ao Fantástico. Em matéria exibida no último domingo (13), Dieynne Saugo relatou os momentos de tensão e medo enfrentados durante um passeio ao lado do namorado e de dois amigos.

A jovem foi atacada pela serpente enquanto se banhava na queda da cachoeira localizada em um parque ambiental. Os amigos percorreram cerca de 1km para chegar até o local. No caminho, o grupo teria sido alertado por turistas sobre o aparecimento de uma cobra na região. O parque estava fechado há cerca de 5 meses devido à pandemia.

Imagens de vídeo mostraram o momento exato do ataque. No registro, é possível ouvir a médica gritando por socorro. Após ser picada, Dieynne foi socorrida e informada que não havia soro antiofídico na região, e que precisaria encarar uma viagem de 3 horas para ter acesso ao medicamento. A jovem falou sobre o momento do ataque, e contou que recebeu 3 picadas da jararaca, uma na região do rosto e duas na mão esquerda.

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Desesperador, doía, era insuportável”, desabafou a médica, que teve hemorragia digestiva alta durante o percurso até o hospital. Dieynne foi submetida à duas cirurgias para diminuir o edema no braço e melhorar a circulação. Devido ao edema de glote, a jovem foi submetida à uma traqueostomia.

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Ainda durante a entrevista, a médica contou que tudo não teria passado de um acidente, e que não iria deixar de frequentar cachoeiras por ter uma conexão muito grande com a natureza. Já internada, Dieynne descobriu que estava com a Covid-19. A jovem afirmou que deseja ir para casa o mais breve possível e estar próxima à mãe.

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