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Coronavírus: cientistas preveem que vírus não será erradicado 

Vírus deve permanecer entre o ser humano, tal e qual a gripe sazonal, por uma razão.

REX
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O vírus Sars-CoV-2 é uma novidade para todos, mesmo para investigadores, médicos e cientistas. Como esse vírus, que provoca a doença Covid-19, está prejudicando a todos, a pressa é grande para se encontrar uma cura ou uma vacina. Todo o mundo quer erradicar esse vírus assim que possível, para que a vida de todos possa retornar a normalidade. Porém, os cientistas chineses estão deixando um importante alerta, falando que o novo coronavírus não vai desaparecer assim. Eles acreditam que o vírus vai voltar e se tornar em um vírus sazonal, como uma gripe.

Vírus vai permanecer porque é diferente do SARS 

Então, de acordo com os cientistas chineses, onde esse surto epidêmico começou e, também por isso, suas investigações e estudos estariam um pouco mais avançadas, o vírus não vai passar com uma vacina. A explicação desses investigadores para a permanência do novo vírus tem a ver com uma diferença enorme em relação ao SARS.  

A SARS acabou erradicado, porque os investigadores sabiam onde estava a doença. Agora, com essa nova versão, o Sars-CoV-2 é bem diferente, porque até pessoas sem sintomas podem estar passando a doença para outros, tornando tudo impossível de prever. Poderiam ser milhares as pessoas com o vírus e sem saber.  

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Portanto, as pessoas podem espalhar o vírus, mesmo sem ter qualquer sintoma, como a febre ou a tosse. Assim, fica difícil, senão mesmo impossível de rastrear onde está a doença, continuando sempre a propagação da mesma. “É bem provável que seja uma epidemia que coexista com o ser humano por um longo tempo, se torne sazonal e seja sustentada no corpo humano”, falou Jin Qi, diretor do Instituto de Biologia de Patógenos da Academia Chinesa de Ciências Médicas. 

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Temperatura alta não acaba com o novo coronavírus 

Por outro lado, os investigadores chineses também dizem que mesmo as temperaturas quentes do verão não impedem a propagação do novo coronavírus, como chegou a se pensar no início. “O vírus é sensível ao calor, mas é quando é exposto a 56º C por 30 minutos e o clima nunca fica tão quente como isso. Mesmo durante o verão, a chance de os casos caírem significativamente é pequena”, revelou um outro cientistas, Wang Guiqiang, chefe do departamento de doenças infecciosas do Primeiro Hospital da Universidade de Pequim.

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